quinta-feira, 5 de julho de 2012

"A História dos Hinos que Amamos" (CPAD) reúne a bela história por trás de 117 clássicos da hinódia evangélica mundial


Por Lorena Fraga/CPAD News

Mesmo após seus 90 anos recém completados, a Harpa Cristã (HC), o hinário oficial das Assembleias de Deus no Brasil, continua sendo referência de louvor entre os evangélicos brasileiros. Mas, você sabe quem eram os autores e em que circunstâncias criaram hinos tão inspirados?

No livro A História dos Hinos que Amamos, do pastor e jornalista Silas Daniel, recém-lançado pela CPAD, você conhecerá a história por trás de 117 grandes clássicos da hinologia cristã mundial e a vida de fé e provação de seus autores, bem como as circunstâncias vivenciadas por eles e que os inspiraram a compor obras imortais. Dentre esses hinos, estão 103 que constam também na Harpa Cristã, o hinário mais popular do país, e que são homenageados neste primeiro volume.

Lançada durante as comemorações dos 90 anos da Harpa Cristã, esta obra traz a história de hinos como Sou Feliz, Deus velará por ti, Grandioso és Tu, Firme nas promessas, Graças dou, Rude Cruz, Mais perto quero estar, Porque Ele vive, Vencendo vem Jesus, Tu és fiel, Senhor!, Tal como sou, Amor que por amor desceste, Face a face espero vê-lO, Maravilhosa graça, Manso e suave, Sossegai, Quão bondoso amigo é Cristo, O Bom Consolador, Um pendão real, Castelo Forte, Leva tu contigo o Nome, Conta as bênçãos e Canta, minha alma!.

Segundo o autor, “depois de ler este livro, você cantará esses hinos que tanto ama com mais fervor e percepção espiritual, porque terá em mente a história de cada um deles e de seus respectivos autores. Por meio desses relatos enriquecedores, aqueles que militam na área da música dentro das igrejas também serão estimulados a buscarem fervorosamente a Deus, como muitos dos compositores destes belos hinos o fizeram no passado, para que o Senhor continue inspirando novas e imortais canções para a Sua glória. O Deus de Lutero, Isaac Watts, Charles Wesley, P. P. Bliss, George Matheson, George Bennard, Daniel Webster Whittle, Ira David Sankey, Elisha Albright Hoffman, Leila Naylor Morris, Fanny Crosby, Johnson Oatman Junior, Charles H. Gabriel, Eliza E. Hewitt e outros ilustres compositores do passado é o mesmo hoje e eternamente. Basta voltarmos para a fonte transbordante, mais profunda que o mar”, afirma pastor Silas Daniel.

O escritor traz uma pitada das experiências dos compositores para diminuir um pouco sua curiosidade. “Algumas das muitas histórias que me tocaram há anos, e que pus no livro, são as dos hinos Sou Feliz, que nasceu como resposta de Deus para consolar o coração de um pai depois de uma tragédia que ceifou a vida de suas três filhas pequenas; Deus velará por ti, que surgiu como fruto de uma experiência de cuidado de Deus para com uma família de um pastor batista que era pregador itinerante; Castelo Forte, que nasceu durante os preparativos para a tensa Dieta de Worms, para a qual Lutero foi sem ter muita esperança de voltar de lá vivo, mas Deus, como sabemos, o preservou; Firme nas promessas, que nasceu de uma experiência de cura divina; e Ele me abriu a porta, que foi escrito por um pastor que perdeu tudo, mas foi restaurado pela graça de Deus. Na verdade, são tantas histórias lindas! Só citei estas como exemplo. São 350 páginas e 59 capítulos que, com certeza, vão edificar a sua vida”, garante o autor.

3 comentários:

António Jesus Batalha disse...

Olá meus queridos irmãos, Graça e Paz.
É bom encontrarmos textos que fortalece a nossa fé e nos edifica. Parabéns pelo trabalho maravilhoso que desenvolve aqui é muito edificante. Os dias que vivemos são de tribulação, lutas e resfriamento na fé, e de muitas heresias onde muitos se estão alimentando, de alimento não sólido e contaminado, por isso adoecem espiritualmente, e poucos se importam com isso. Sejam os meus amigos irmãos os vasos de livramento, para mostrar o grande amor de Jesus. Trazendo mensagens edificantes aos nossos corações. Fico feliz quando encontro alguém que escreve com amor e dedicação. Aprendemos uns com os outros crescemos na graça no amor e no conhecimento do nosso Senhor Jesus Cristo. Quero aproveitar a oportunidade para partilhar o meu blog : Peregrino E Servo. Vou ficar muito feliz com sua visita e comentários. Deus te abençoe ricamente.

ROBSON FONSECA disse...

A PAZ DE CRISTO, PASTOR SILAS DANIEL.

Amado pastor, diante de um questionamento que me sobreveio (não somente a mim, mas também a um irmão em Cristo), após ler seu livro A HISTÓRIA DOS HINOS QUE AMAMOS - que é certamente um belo livro - gostaria muito da ajuda do senhor sobre o que lhe explicarei abaixo.
No capítulo 43 de seu livro, mais especificamente na página 271, no último parágrafo o senhor fala sobre o hino de número 1 e continua na página seguinte falando (escrevendo), sobre os hinos 5, 8 e 96.
Antes de continuar, quero que o senhor saiba que não estou procurando contenda, fofoca ou qualquer coisa que venha envergonhar o evangelho.
Pois bem, eu assisti a uma ministração de um pastor que se diz o autor desses hinos e acabamos (eu e meu irmão) ficando intrigados com tais afirmações. Não sei se o senhor tem conhecimento dessa mensagem, ele é conhecido como pastor Jotinha e diz ter andado com Daniel Berger e Gunnar Vingren.
Volto a afirmar que não quero nada além de sua ajuda para esse esclarecimento. Gostaria até que o senhor estivesse errado nas suas pesquisas e que isso fosse só um engano (mesmo achando isso pouco provável, pois conheço seus trabalhos) e que nas próximas edições do se livro isso fosse consertado.
Mando-lhe este e-mail desejando-lhe todas as sortes de bençãos, que o senhor continue crescendo na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e que muitas e muitas publicações sejam ministradas em seu coração da parte de nosso Deus.
Fique na Paz.

Robson Fonseca
Igreja Metodista Wesleyana

Silas Daniel disse...

Caro irmão António, obrigado pelas palavras de apreço e motivação. A Paz!

Caro irmão Robson, é como escrevi no livro: o verdadeiro irmão José Rodrigues, autor da versão para o português dos hinos 5, 8 e 96 da Harpa Cristã, e que foi companheiro de Gunnar Vingren, faleceu em 1919. Abraço!