Caros, segue abaixo vídeo da quarta edição do programa CPADNews. Ele está no ar no site (www.cpadnews.com.br) desde sexta-feira (08/03) à tarde. Amanhã (13/03) à tarde deve entrar no ar no site a quinta edição. No programa abaixo, uma entrevista com o pastor Dagnaldo Pinheiro, que viveu nove anos no Egito como missionário antes da "Primavera Árabe".
Bem-vindo a meu blog! Ele nasceu da necessidade natural de verbalizar, de compartilhar reflexões sobre as principais questões que perpassam nossa existência, a sociedade e o cristianismo em nossos dias. Por que “Verba volant scripta manent”? É provérbio latino: “Palavras voam, escritos ficam”. Nada melhor que compartilhar reflexões registrando-as. Mas, que o registro não se limite à tela. Que encontre guarida em mentes e corações, gerando frutos. E sejamos mutuamente abençoados pela interação!
terça-feira, 12 de março de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
Programa CPADNews (segundo programa, edição de 28 de fevereiro de 2013)
Caros, a Paz a todos! Desde ontem à noite (28/02/2013), já está no ar no Youtube a segunda edição do Programa CPADNews, que traz uma matéria sobre perseguição e tortura de cristãos na Líbia, e outra sobre uma nova onda hollywoodiana de filmes com temáticas bíblicas. Destaque para uma entrevista exclusiva com o pastor iraquiano Hassam Yousef, líder da primeira igreja evangélica Assembleia de Deus no norte do Iraque. Participa da entrevista também, traduzindo o pastor Yousef, o pastor Dagnaldo Pinheiro, que foi missionário no Egito durante muitos anos.
O Programa CPADNews é semanal, entrando no ar geralmente às quartas-feiras (ontem, excepcionalmente, entrou na quinta). Nele, os irmãos terão informação, análise e entrevistas que, com certeza, edificarão as vossas vidas. Aliás, esse é o propósito do programa. Abaixo, você pode assistir o programa desta semana. Se quiser, pode assisti-lo também no próprio site CPADNews, clicando AQUI.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
CPADNews estreia programa semanal
Da Redação CPADNews
Nesta quarta-feira, 20 de fevereiro, o site CPADNews estreia um programa semanal veiculado no espaço VídeoNews, com informação sobre os principais acontecimentos no meio cristão no Brasil e no mundo, análises sob a ótica cristã e entrevistas que irão acrescentar e edificar a sua vida.
No programa de estreia, apresentado pelo pastor Silas Daniel, chefe de Jornalismo da CPAD, além de notícias do Brasil e do mundo, há uma breve reflexão, à luz da Bíblia, sobre os fenômenos da última sexta-feira, 15 de fevereiro, nos céus da Rússia e Califórnia, e sobre a notícia do asteroide que passou mais próximo da Terra. Outro destaque é uma entrevista exclusiva com o pastor Elinaldo Renovato de Lima, líder da Assembleia de Deus em Parnamirim (RN) e comentarista de Lições Bíblicas da CPAD. Pastor Elinaldo fala sobre o conteúdo da revista de Escola Dominical da CPAD para o segundo trimestre, que traz como tema A Família Cristã no Século XXI.
Nas próximas edições, o programa estreará novos quadros, dentre eles Direto da Redação e Espaço Literário.
O programa CPADNews é semanal e será sempre apresentado no espaço Vídeo News na homepage do site, todas as quartas-feiras. Eventualmente, haverá mais de um programa por semana. Portanto, fique ligado, porque você acaba de ganhar mais um canal de informação e edificação para a sua vida.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Como o governo Obama caiu no conto do vigário da "Primavera Árabe"
Uma tradicional revista semanal egípcia, a Rose El-Youssef, trouxe recentemente algumas informações, mais precisamente em sua edição de 22 de dezembro de 2012, que explicam o porquê de Obama ter caído na burrada de apoiar a tal “Primavera Árabe”, que só beneficia o projeto da Irmandade Muçulmana.
(PARA CONTINUAR A LER, CLIQUE AQUI)
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
O verdadeiro sentido do Natal é Jesus
Estamos vivendo a proximidade do final de mais um ano e, com ela, a chegada das festas natalinas. Como sempre, o comércio está agitado: a maioria das pessoas, envolvidas pelas campanhas publicitárias sobre as ofertas de Natal, saem avidamente às compras, cumprindo cegamente o ritual consumista de final de ano e esquecidas do verdadeiro sentido do Natal e o que ele representa para nossas vidas.
Natal não tem nada a ver com Papai Noel, guirlandas, bengalinhas de açúcar etc. Também não tem nada a ver com troca de presentes, ainda que seja um gesto agradável. E muito menos ainda tem a ver com banquetes festivos regados a muita bebida alcoólica. Não! O Natal é Cristo.
É verdade que a data do nascimento de Cristo não é 25 de dezembro, já que Jesus deve ter nascido numa noite de primavera ou, mais provavelmente, numa noite de verão, já que o texto bíblico nos informa que, na noite de Seu nascimento, os pastores estavam com as ovelhas no campo (Lucas 2.8), o que não seria possível em dezembro, que é período de inverno no Oriente Médio. A data de 25 de dezembro para celebrar o Natal foi estabelecida pela Igreja Católica no quarto século d.C., com o objetivo de substituir as festas de final de ano pagãs do romanismo, que ocorriam em dezembro, por uma celebração cristã, voltada para Cristo.
Logo, surge a pergunta: “É correto, então, celebrarmos o Natal?”. Mesmo não sendo 25 de dezembro a data exata do nascimento de Cristo, comemorar o nascimento de Jesus de forma especial em uma data é válido. Alguns cristãos preferem não comemorar a data, não por considerarem o nascimento de Cristo algo importante, mas por frisarem o fato de que, à luz da Bíblia, todos os dias devem ser dias de celebrar Jesus. Já outros cristãos reconhecem o mesmo, mas, além de agradecerem a Deus todos os dias por ter enviado Seu Filho Jesus, também celebram o nascimento de Cristo de forma especial em uma data específica. Como disse o apóstolo Paulo, “um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias; cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente” (Romanos 14.15).
O Natal é uma oportunidade de celebrarmos de forma especial este importante acontecimento, que foi a encarnação de Jesus, Deus que se fez carne por nós. É um culto de gratidão a Deus pela Vinda de Cristo. É também uma oportunidade de evangelização, isto é, de convidar as pessoas não-crentes a participarem de reuniões especiais onde ouvirão a mensagem da Palavra de Deus sobre as implicações e a importância do nascimento de Cristo. Inclusive, algumas igrejas, como já é de costume, preparam até cantatas natalinas e dramatizações para evangelizar de forma específica nesse período em que as pessoas estão mais sensíveis para a mensagem do Natal.
Fato é que se o Natal for celebrado, ele deve ser celebrado corretamente. Natal não tem nada a ver com Papai Noel, duendes, renas que voam, carruagens cheias de presentes, meias coloridas penduradas ou coisas parecidas. Papai Noel é uma invenção comercial, é a exploração da lenda de um monge medieval chamado Nicolau, que levantava ofertas durante o ano para comprar presentes para dar na noite de Natal às crianças de um orfanato. Em cima dessa lenda, a empresa de bebidas Coca-Cola criou, no início do século 20, o personagem Papai Noel e todos os outros personagens a ele associados, e que não têm absolutamente nada a ver com o Natal, mas que, infelizmente, acabam tomando o lugar de Jesus no coração, sobretudo, das crianças.
Natal é a celebração do maior presente de todos os tempos: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória” (João 1.14). Jesus é Deus encarnado, Deus feito homem, que encarnou para, além de nos dar o exemplo de como devemos viver, morrer na cruz em nosso lugar, para remissão de nossos pecados. Essa foi a principal razão de Sua Vinda.
A Bíblia diz que Deus nos ama muito, mas nossos pecados nos afastam de Deus: “Vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Isaías 59.2).
Exatamente porque “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23), não somos merecedores da comunhão com Deus e da vida eterna. Porém, a Bíblia também afirma que porque Deus nos ama tanto que providenciou a nossa Salvação. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6.23a), mas Deus deu o Seu único Filho, Jesus Cristo, para morrer em nosso lugar. Jesus levou sobre si mesmo o castigo pelos nossos pecados, a fim de que tivéssemos direito à comunhão com Deus e à vida eterna com Ele. A Bíblia declara que Jesus foi “ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e pelas suas feridas fomos sarados” (Is 53.5). E o próprio Jesus declara que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).
Portanto, se você aceitar Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador, aceitando o sacrifício dEle na cruz do Calvário em seu favor e entregando sua vida totalmente a Ele, a Bíblia afirma que os seus pecados serão imediatamente perdoados e você terá a certeza da presença de Deus em todos os momentos de sua vida aqui na Terra, conduzindo-o e ajudando-o em tudo, além da garantia de viver para sempre com Deus na eternidade. A Bíblia declara: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1). “O dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23b).
Se você que me lê ainda não aceitou Jesus, então o que está esperando? Aceite Jesus como seu Senhor e Salvador agora mesmo! Ele morreu na cruz do Calvário por causa dos seus pecados e ainda ressuscitou ao terceiro dia, vencendo a morte para garantir a vida eterna a você e dar um real significado à vida. Esta é a sua oportunidade! Não a desperdice! Cristo é a única esperança. NEle está o sentido da vida.
Natal não tem nada a ver com Papai Noel, guirlandas, bengalinhas de açúcar etc. Também não tem nada a ver com troca de presentes, ainda que seja um gesto agradável. E muito menos ainda tem a ver com banquetes festivos regados a muita bebida alcoólica. Não! O Natal é Cristo.
É verdade que a data do nascimento de Cristo não é 25 de dezembro, já que Jesus deve ter nascido numa noite de primavera ou, mais provavelmente, numa noite de verão, já que o texto bíblico nos informa que, na noite de Seu nascimento, os pastores estavam com as ovelhas no campo (Lucas 2.8), o que não seria possível em dezembro, que é período de inverno no Oriente Médio. A data de 25 de dezembro para celebrar o Natal foi estabelecida pela Igreja Católica no quarto século d.C., com o objetivo de substituir as festas de final de ano pagãs do romanismo, que ocorriam em dezembro, por uma celebração cristã, voltada para Cristo.
Logo, surge a pergunta: “É correto, então, celebrarmos o Natal?”. Mesmo não sendo 25 de dezembro a data exata do nascimento de Cristo, comemorar o nascimento de Jesus de forma especial em uma data é válido. Alguns cristãos preferem não comemorar a data, não por considerarem o nascimento de Cristo algo importante, mas por frisarem o fato de que, à luz da Bíblia, todos os dias devem ser dias de celebrar Jesus. Já outros cristãos reconhecem o mesmo, mas, além de agradecerem a Deus todos os dias por ter enviado Seu Filho Jesus, também celebram o nascimento de Cristo de forma especial em uma data específica. Como disse o apóstolo Paulo, “um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias; cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente” (Romanos 14.15).
O Natal é uma oportunidade de celebrarmos de forma especial este importante acontecimento, que foi a encarnação de Jesus, Deus que se fez carne por nós. É um culto de gratidão a Deus pela Vinda de Cristo. É também uma oportunidade de evangelização, isto é, de convidar as pessoas não-crentes a participarem de reuniões especiais onde ouvirão a mensagem da Palavra de Deus sobre as implicações e a importância do nascimento de Cristo. Inclusive, algumas igrejas, como já é de costume, preparam até cantatas natalinas e dramatizações para evangelizar de forma específica nesse período em que as pessoas estão mais sensíveis para a mensagem do Natal.
Fato é que se o Natal for celebrado, ele deve ser celebrado corretamente. Natal não tem nada a ver com Papai Noel, duendes, renas que voam, carruagens cheias de presentes, meias coloridas penduradas ou coisas parecidas. Papai Noel é uma invenção comercial, é a exploração da lenda de um monge medieval chamado Nicolau, que levantava ofertas durante o ano para comprar presentes para dar na noite de Natal às crianças de um orfanato. Em cima dessa lenda, a empresa de bebidas Coca-Cola criou, no início do século 20, o personagem Papai Noel e todos os outros personagens a ele associados, e que não têm absolutamente nada a ver com o Natal, mas que, infelizmente, acabam tomando o lugar de Jesus no coração, sobretudo, das crianças.
Natal é a celebração do maior presente de todos os tempos: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória” (João 1.14). Jesus é Deus encarnado, Deus feito homem, que encarnou para, além de nos dar o exemplo de como devemos viver, morrer na cruz em nosso lugar, para remissão de nossos pecados. Essa foi a principal razão de Sua Vinda.
A Bíblia diz que Deus nos ama muito, mas nossos pecados nos afastam de Deus: “Vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Isaías 59.2).
Exatamente porque “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23), não somos merecedores da comunhão com Deus e da vida eterna. Porém, a Bíblia também afirma que porque Deus nos ama tanto que providenciou a nossa Salvação. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6.23a), mas Deus deu o Seu único Filho, Jesus Cristo, para morrer em nosso lugar. Jesus levou sobre si mesmo o castigo pelos nossos pecados, a fim de que tivéssemos direito à comunhão com Deus e à vida eterna com Ele. A Bíblia declara que Jesus foi “ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e pelas suas feridas fomos sarados” (Is 53.5). E o próprio Jesus declara que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).
Portanto, se você aceitar Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador, aceitando o sacrifício dEle na cruz do Calvário em seu favor e entregando sua vida totalmente a Ele, a Bíblia afirma que os seus pecados serão imediatamente perdoados e você terá a certeza da presença de Deus em todos os momentos de sua vida aqui na Terra, conduzindo-o e ajudando-o em tudo, além da garantia de viver para sempre com Deus na eternidade. A Bíblia declara: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1). “O dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23b).
Se você que me lê ainda não aceitou Jesus, então o que está esperando? Aceite Jesus como seu Senhor e Salvador agora mesmo! Ele morreu na cruz do Calvário por causa dos seus pecados e ainda ressuscitou ao terceiro dia, vencendo a morte para garantir a vida eterna a você e dar um real significado à vida. Esta é a sua oportunidade! Não a desperdice! Cristo é a única esperança. NEle está o sentido da vida.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
O que significa a reeleição de Obama: um país profundamente dividido, é fato; mas também muito mais do que isso
Em uma das mais disputadas eleições da história dos Estados Unidos, o liberal radical Barack Hussein Obama venceu o conservador moderado Mitt Romney por 303 a 206 nos colégios eleitorais (com vitórias apertadíssimas nos Estados-chave de Ohio, Virgínia e Flórida) e apenas 2 pontos percentuais de diferença na votação nacional (50,2% contra 48,2% – 59,6 milhões de votos contra 57 milhões de seu adversário). Esse resultado, como já está sendo dito e escrito hoje por muita gente, mostra um país profundamente dividido, é verdade. Dividido como nunca antes em sua história. Mas, mostra também muito mais do que isso. Talvez seja finalmente a chegada do que há alguns anos era chamado de “o mui próximo último suspiro de uma América para a ascendência de outra América”.
Sim, talvez seja “o último suspiro” do que foi chamado nos anos 80 de “maioria moral” nos EUA. Essa “maioria moral”, pela primeira vez, mostrou que não é mais maioria. Tomara que estejamos errados, mas parece que finalmente deu-se o primeiro passo para o cumprimento daquela antiga previsão da Europa sobre os EUA: “Eu sou você amanhã”.
Nesta eleição, não apenas o mais liberal presidente da história dos EUA foi reeleito – um homem que apóia abertamente o aborto até o nono mês e em qualquer caso, bem como seu financiamento pelo Estado; que é o primeiro presidente a apoiar o “casamento” gay e o menos pró-Israel da história do país; que decretou, como primeiro ato como presidente, em 20 de janeiro de 2008, a destruição de embriões para pesquisas; que apóia a criação em seu país das tais leis contra a “homofobia”, que defende a maior dependência do cidadão em relação ao Estado etc. Não, nesta eleição aconteceu muito mais do que isso: simultaneamente, o “casamento” gay foi aprovado em plebiscito em quatro Estados (Maine, Minessota, Maryland e Washington) assim como a legalização da maconha para fins recreativos em Washington e Colorado.
Sim, talvez seja “o último suspiro” do que foi chamado nos anos 80 de “maioria moral” nos EUA. Essa “maioria moral”, pela primeira vez, mostrou que não é mais maioria. Tomara que estejamos errados, mas parece que finalmente deu-se o primeiro passo para o cumprimento daquela antiga previsão da Europa sobre os EUA: “Eu sou você amanhã”.
Nesta eleição, não apenas o mais liberal presidente da história dos EUA foi reeleito – um homem que apóia abertamente o aborto até o nono mês e em qualquer caso, bem como seu financiamento pelo Estado; que é o primeiro presidente a apoiar o “casamento” gay e o menos pró-Israel da história do país; que decretou, como primeiro ato como presidente, em 20 de janeiro de 2008, a destruição de embriões para pesquisas; que apóia a criação em seu país das tais leis contra a “homofobia”, que defende a maior dependência do cidadão em relação ao Estado etc. Não, nesta eleição aconteceu muito mais do que isso: simultaneamente, o “casamento” gay foi aprovado em plebiscito em quatro Estados (Maine, Minessota, Maryland e Washington) assim como a legalização da maconha para fins recreativos em Washington e Colorado.
E não é que os evangélicos não saíram às urnas desta vez, como em 2008, quando 30 milhões ficaram em casa desmotivados com McCain, e Obama terminou vencendo por 10 milhões de votos de diferença. Eles foram às urnas neste ano... (PARA CONTINUAR A LER ESTE ARTIGO, CLIQUE AQUI)
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
O peso do voto evangélico e católico na eleição dos EUA
Amanhã, os norte-americanos vão às urnas para eleger o seu presidente para os próximos quatro anos. A luta está acirrada, mas há grandes chances do republicano Mitt Romney ganhar o pleito deste ano. As pesquisas mostram ele e Obama tecnicamente empatados no voto nacional, e as previsões sobre a vitória nos colégios eleitorais são as mais variadas, indo desde uma vitória para Obama por 303 a 235 colégios eleitorais até a vitória para Romney por 315 a 223 colégios eleitorais. Há também quem acredite que a eleição pode ser apertadíssima como a de Bush sobre Al Gore em 2000. Uma das fortes razões, porém, para que se acredite na vitória de Romney no pleito deste ano é a mobilização do voto evangélico.
Nas eleições de 2008, 30 milhões de evangélicos ficaram em casa no dia da votação e Obama venceu a eleição por 10 milhões de votos de diferença. Neste ano, porém, de seis semanas para cá, as bases evangélicas começaram a se mobilizar pró-Romney de uma forma só vista recentemente nas eleições de 2000 e 2004.
(PARA CONTINUAR A LER ESTE ARTIGO, CLIQUE AQUI)
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
O cristão e o espírito do nosso tempo: o "zeitgeist" dos nossos dias pode ser o pior possível, mas o Espírito de Deus nos chama para fazermos diferença neste tempo
Desde o século 18, os intelectuais alemães costumam usar a expressão zeitgeist para descrever o que chamamos de “espírito do nosso tempo”. O termo significa, ao pé da letra, “espírito de uma época” ou “espírito do tempo”. Por extensão, uma tradução comum para o vocábulo também é “sinal dos tempos”. Fato é que cada época é marcada por uma mentalidade ou espírito dominante. Ou seja, não é equivocado afirmar que cada época tem o seu “espírito”, suas tendências, suas ondas, seus movimentos ideológicos. E não é diferente com a nossa época.
(PARA CONTINUAR A LER ESTE ARTIGO, CLIQUE AQUI)
(PARA CONTINUAR A LER ESTE ARTIGO, CLIQUE AQUI)
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
A contínua escalada republicana nas eleições norte-americanas
Nos últimos dois meses, a imprensa obamista dos EUA e de cá chegou a sepultar por três vezes a campanha do candidato republicano Mitt Romney. Também pintaram uma imagem irreal de Romney, chamando-o de “robô”, “sem alma”, “frio”, “fábrica de gafes” (como se Joe Biden e Obama não tivessem cometido juntos mais do que o quádruplo de gafes que Romney cometeu em toda a sua campanha até aqui) e outras tolices sem fim. Nada do que disseram sobre Romney, nem mesmo o vídeo da fala infeliz sobre os 47%, gravação conseguida pelo neto de Jimmy Carter, chegou a abater a sua campanha seriamente. Mesmo depois de tantas pancadas, o candidato republicano, mês após mês, ia subindo paulatinamente no número de colégios eleitorais, que, enfim, é o que conta. Romney oscilava muito nas pesquisas nacionais, com ligeira vantagem para Obama na média geral das pesquisas, mas crescia solidamente, pouco a pouco, nos colégios eleitorais. Nos últimos dois meses, foi de 101 colégios eleitorais (Obama tinha, à época, bem mais de 350) para 160, e depois para 191, e mais à frente a 201, chegando hoje a 257 colégios eleitorais contra 281 de Obama – lembrando que, com 270 colégios, o candidato é eleito.
(PARA CONTINUAR A LER, CLIQUE AQUI)
(PARA CONTINUAR A LER, CLIQUE AQUI)
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
A verdade sobre Eric Hobsbawm e uma nota sobre o primeiro debate entre Romney e Obama
Faleceu em 1 de outubro o historiador comunista Eric Hobsbawm, cuja produção intelectual nunca teve o menor apreço de minha parte, apesar de Hobsbawm ser incensado apaixonadamente pelos seus seguidores, que geralmente só leram Hobsbawm – e só leram ele ou por indicação de seus professores marxistas (a maioria esmagadora dos professores universitários é de esquerda) ou porque, como esquerdistas, não queriam ler mesmo outros autores (infinitamente melhores e mais honestos do que Hobsbawm) para entender o século 20.
Não tenho apreço algum por intelectual que defende a matança de 40 milhões de pessoas pela URSS, dizendo que valeu a pena pelo ideal que os soviéticos buscavam; que exalta o carniceiro Che Guevara e louva o ditador Hugo Chavez, e que omite fatos contundentes da história, além de distorcer outros, para vender uma versão marxista da história da humanidade aos seus leitores. Para mim, isso não é historiador. Pode ser incensado mil vezes por seus pares esquerdistas da Grande Mídia e da academia, onde sempre foram maioria, mas não terá nunca o meu apreço intelectual, por razões morais e de honestidade intelectual.
Para não me deter muito falando de erros do Sr. Hobsbawm, indico os artigos... (PARA CONTINUAR A LER ESTE ARTIGO, CLIQUE AQUI)
Não tenho apreço algum por intelectual que defende a matança de 40 milhões de pessoas pela URSS, dizendo que valeu a pena pelo ideal que os soviéticos buscavam; que exalta o carniceiro Che Guevara e louva o ditador Hugo Chavez, e que omite fatos contundentes da história, além de distorcer outros, para vender uma versão marxista da história da humanidade aos seus leitores. Para mim, isso não é historiador. Pode ser incensado mil vezes por seus pares esquerdistas da Grande Mídia e da academia, onde sempre foram maioria, mas não terá nunca o meu apreço intelectual, por razões morais e de honestidade intelectual.
Para não me deter muito falando de erros do Sr. Hobsbawm, indico os artigos... (PARA CONTINUAR A LER ESTE ARTIGO, CLIQUE AQUI)
Assinar:
Postagens (Atom)
